domingo, 11 de abril de 2021

Narrador não retorna à Globo por falta de vacina para a segunda dose

 Globo

Narrador da Globo, Jota Jr. não volta ao trabalho por falta de vacina (Imagem: Reprodução / Globo)

Jota Jr., 72 anos, não voltou ao trabalho na Globo por causa da falta de vacinas contra a Covid-19. O narrador da emissora carioca tomou a primeira dose, mas ficou de fora da segunda leva. Não existe uma previsão de quando ele vai tomar a próxima dose, o que impede o seu retorno à TV.

Segundo informações do UOL Esporte, o comunicador tomou a primeira dose da vacina em 17 de março e tinha a segunda dose marcada para o dia 8 de abril, última quinta-feira, mas não tinha vacina.

Ele foi para casa, em Americana, no interior de São Paulo, no aguardo de novos lotes do imunizante. O Brasil tem disponível apenas duas vacinas, a da Astrazeneca e a Coronavac.

Caso ele estivesse vacinado com as duas doses, o contratado da Globo poderia retomar suas funções no SporTV, assim como Galvão Bueno, que voltou ao trabalho neste domingo (11), pela Supercopa do Brasil.

O veterano falou em renascimento após meses longe do trabalho, e destacou a importância da vacinação no combate à pandemia. “Mais que uma volta! Um renascimento! Viva a vacina! Viva a ciência!”, disse Galvão.

Há dias, o principal narrador do canal falou no mesmo assunto, renascimento, em um vídeo sobre a Páscoa. Ele aproveitou e pediu para que os privilegiados ajudassem os mais pobres:

“Me lembro que, lá no início, usei minhas redes sociais e emissões ao vivo na televisão para dizer que tinha certeza de que a pandemia tinha sido trazida pelas elites, por pessoas que voltavam de viagens ao exterior e que estava angustiado por ter certeza que um dia essa tempestade atingiria os menos favorecidos, as favelas, a profunda pobreza. Mais de 320 mil mortos depois, a realidade aí está”, lamentou”.

Galvão mandou um recado aos privilegiados e pediu para que todos ajudassem os mais pobres: “Muito mais diretamente a quem, como eu e minha família, privilegiados que somos, podemos, sim, fazer mais do que já fizemos. Nós, comunicadores, artistas, esportistas, empresários, políticos, a sociedade como um tudo pode ajudar aqueles que mais sofrem”.


Fonte:RD1


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