sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Record acerta detalhes de “Jezabel”, “Topíssima” e “Gênesis”, suas próximas novelas

O diretor Alexandre Avancini, responsável por "Jezabel", uma das próximas produções da Record (Imagem: Reprodução / Record)
Aos poucos, a Record vai restabelecendo a ordem em seu setor de dramaturgia – após a “tormenta” causada pelo adiamento da substituta de “Jesus”“Gênesis”, e a decisão, “abrupta”, de produzir a macrossérie “Jezebel” e a novela “Topíssima”, que havia sido suspensa em abril deste ano. As informações são do jornalista Flávio Ricco.
Já está definido, por exemplo, o término de “Jesus” – no ar às 20h45 – em 11 de março, uma segunda-feira. Livre dos trabalhos com o folhetim de Paula Richard, a Casablanca, produtora parceria da Record, irá se dedicar a “Topíssima”, texto de Cristianne Fridman, com estreia prevista para maio, na vaga de “A Terra Prometida” (2016), em reapresentação às 19h45. O plano é gravar a partir de fevereiro.
Enquanto isso, a Formata cuida dos detalhes de “Jezabel”, que substitui “Jesus”. O diretor-geral Alexandre Avancini foi ao Marrocos, em busca de locações; Avancini irá contar com o auxílio de Arme Manente e Hamsa Wood, na direção, e de Ricardo Fujii, na direção de fotografia.
O elenco masculino deverá contar com Daniel Erthal, Dudu Pelizzari, Emilio Orciollo Neto, Iano Salomão e Leonardo Miggiorin. A equipe agora busca definir a protagonista – descrita como uma mulher egoísta, cruel e assassina. Na disputa, estão Rayanne Morais, de “Belaventura” (2017); Julianne Trevisol, egressa da Globo; Juliana Knust, heroína de “Apocalipse” (2017); e Camila Rodrigues, cotada para “Topíssima”.
Continuidade
O plano da Record é exibir, após “Jezabel”, a novela “Gênesis”, escrita por Gustavo Reiz. Diretor-geral de “Jesus”, Edgard Miranda responderá pelo projeto, que, a exemplo da macrossérie, terá cenas no exterior; no caso, Chile. Há, contudo, pendências relacionadas à trama, como o contrato dos colaboradores de Gustavo, que expira em janeiro. O roteiro, no momento, está “em suspenso” – a ala da dramaturgia ligada à Igreja Universal do Reino de Deus solicitou mudanças na sinopse.

Fonte:Rd1

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