sábado, 30 de dezembro de 2017

Irmã de pastora achada morta se diz chocada e cita surpresa com prisão de suspeito: 'Tranquilo e educado'

Por Sílvio Túlio

Ailsa foi encontrada morta em matagal de Aragoiânia (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)
Ailsa foi encontrada morta em matagal de Aragoiânia (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

A dona de casa Débora Cristina Ferreira Gonzaga, de 43 anos, disse que está "chocada" com a morte da irmã, a pastora Ailsa Regina Gonzaga, de 40 anos. Após quase dois meses desaparecida, os restos mortais dela foram achados em Aragoiânia, Região Metropolitana de Goiânia. O também pastor Alexandre de Souza e Silva, 47, foi preso e segundo a polícia, confessou o crime. A detenção espantou a família da vítima, que conhecia o homem.

"Eu já o vi e conversei com ele algumas vezes. Ele não parecia ser violento. Ao contrário. Era um cara muito educado e tranquilo. Tratava a gente com um tom de voz baixo", disse ao portal G1.
Débora afirma que "não faz ideia" sobre o que teria motivado Alexandre a cometer o homicídio. Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, ele afirmou apenas que "teria problemas com ela".
O fato deixou a família ainda mais intrigada, pois segundo a dona de casa, Ailsa já ajudou o suspeito várias vezes. "Ele já o ajudou financeiramente, emprestou dinheiro para ele. Estou revoltada, chocada, com muito ódio", desabafa.

Sumiço

Segundo a família, Ailsa tinha sumido no último dia 8 de novembro após sair para alugar uma casa, em Goiânia. Na ocasião, ela deixou os dois filhos, de 15 e 11 anos, na residência e não voltou mais.
Na última quinta-feira (28), o pastor foi preso em Brasília e confessou ter matado Ailsa a facadas e enterrado o corpo em um matagal. Um vídeo o mostra indicando aos agentes o local (veja acima).
A polícia disse que inda que o homem ele é foragido da Justiça, desde 2002, por latrocínio - que é o roubo com resultado morte -, em Itumbiara, região sul de Goiás.

Fonte:G1

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