sábado, 20 de julho de 2019

Fábio Assunção vence ação e ganha indenização da Record

Fábio Assunção, Record
Fábio Assunção vence ação contra a Record (Imagem: Reprodução / Globo)
Fábio Assunção ganhou uma ação contra a Record, que foi obrigada a indenizá-lo. A 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, no entanto, acatou um recurso da emissora e diminuiu o valor da indenização.

Ao invés dos R$ 20 mil, a Justiça reduziu para R$ 5 mil o valor a ser pago por danos morais por causa de uma reportagem veiculada no Portal R7 a respeito do ator da Globo. A informação é do site Conjur. No texto, o site do Grupo Record afirmou que Fábio Assunção teria discutido e quase agredido fisicamente um repórter durante uma premiação em São Paulo, relatando ainda que Assunção estava "visivelmente alterado". O artigo foi feito em março de 2016.

O famoso, em primeiro momento, pediu R$ 200 mil de indenização, além de direito de resposta. A emissora declarou ter conversado com o jornalista que discutiu com o ator e que teria confirmado a veracidade dos relatos. Em primeira instância, a ação foi julgada parcialmente procedente, com indenização de R$ 20 mil. A Record recorreu ao Tribunal de Justiça de São Paulo. O canal paulista defendeu a liberdade de imprensa e pediu a anulação da sentença, mas os desembargadores decidiram somente pela redução da indenização.

"Houve, uma vez mais, a exposição, de forma inconsequente, da imagem do demandante, insinuando abalo de sua sobriedade ao asseverar, sem nenhum lastro probatório chancelado por expert, estar visivelmente alterado. Ainda assim, notícia sobre o estado psíquico do recorrido foi publicado no portal de entretenimento", apontou o relator do caso, Rodolfo Pelizzari. "Não pode ser explorada de forma sensacionalista, como fez a apelante, utilizando-se de redação cuja natureza dúbia, realizando insinuações acerca da sobriedade da parte autora, fato que acarretou, além da ofensa moral, o cancelamento de compromisso previamente agendado com seus filhos", continuou. A decisão foi unânime.

Fonte:RD1

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