sexta-feira, 29 de junho de 2018

Contrato de R$ 516 milhões para 1ª etapa de obras de modernização e ampliação do aeroporto de Salvador é assinado



Um contrato de financiamento no valor de R$ 516 milhões para a realização da primeira etapa das obras de modernização e ampliação do aeroporto de Salvador foi assinado, nesta sexta-feira (29), entre o Banco do Nordeste e a Vinci Airports, empresa francesa administra o terminal.

Os R$ 516 milhões serão investidos na ampliação e adequação da área das aeronaves, na construção de novo setor de embarque, ampliação de terminais de passageiros e construção de uma estação de tratamento de efluentes líquidos.
"Não só o aeroporto, que é o que estamos fazendo, mas também todo o entorno. E toda a consequência disso é gerar oportunidades para toda a indústria, comércio e serviço, indústria hoteleira", disse o presidente do BNB, Romildo Rolim.
O aeroporto da capital baiana já foi considerado o pior entre os 20 maiores aeroportos do país. Na última avaliação, no entanto, cresceu 11% no rankink dos melhores e subiu para a 14ª posição. Agora, com os novos investimentos, a expectativa é melhorar ainda mais.
Aeroporto de Salvador. (Foto: Alan Tiago Alves/G1)Aeroporto de Salvador. (Foto: Alan Tiago Alves/G1)
Aeroporto de Salvador. (Foto: Alan Tiago Alves/G1)
Até dezembro de 2017, o aeroporto era administrado pela Infraero. Em março, a Vinci arrematou o terminal por R$ 1,59 bilhão.
A Infraero entregou a gestão do aeroporto sem concluir obras previstas para a Copa de 2014, como reforma da fachada e a 2ª etapa de construção da nova área de check-in. A empresa disse que todos os demais itens do escopo sob responsabilidade da estatal foram concluídos, sendo que 81% do valor do contrato das obras, de R$ 112,5 milhões, foram executados.

A Vinci não deu andamento às obras que a Infreaero não concluiu porque iniciou novo projeto. A concessionária disse que iniciou no dia 19 de abril de 2018 a primeira fase das obras de modernização e expansão do equipamento, com previsão de conclusão para outubro de 2019.
"O escopo das obras da Vinci acertado no contrato de concessão é um escopo totalmente novo, não relacionado necessariamente às obras anteriores para a Copa e é esse escopo que a gente vai cumprir", destacou o diretor executivo da Vinci, Julio Ribas.

Fonte:G1

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