terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Aliança Renault-Nissan reivindica título de nº 1 do mundo, atribuído à Volkswagen

Carlos Ghosn, comandante da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, durante a feira de tecnologia CES, em Las Vegas, em janeiro (Foto: Steve Marcus/Reuters)
Carlos Ghosn, comandante da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, durante a feira de tecnologia CES, em Las Vegas, em janeiro (Foto: Steve Marcus/Reuters)

A aliança Renault-Nissan, que agora inclui a Mitsubishi, reivindica o título de maior vendedora de carros de 2017, que já tinha sido atribuído ao grupo Volkswagen. A disputa acontece porque, segundo a Renault, os rivais alemães só venderam mais quando se inclui caminhões na conta.

A Renault-Nissan anunciou, nesta terça-feira (30), que vendeu 10,6 milhões de carros no ano passado, uma alta de 6,5% para as 10 marcas participantes. "Renault-Nissan-Mitsubishi se tornou o maior grupo automotivo do mundo", comemorou o brasileiro Carlos Ghosn, que comanda a aliança.
Campeã em 2016, a Volkswagen já tinha divulgado que entregou 10,7 milhões de unidades no mundo em 2017 - a empresa não usa o termo "vendas". Desse total, 200 mil foram veículos da Scania e da MAN, fabricantes de caminhões que pertencem ao grupo.
O volume foi recorde para o Grupo Volkswagen, que conta ainda com marcas como Audi e Porsche. Desconsiderando os caminhões, porém, o total é de 10,5 milhões.
Em terceiro lugar ficou a Toyota, que anunciou também nesta terça que vendeu 10,3 milhões de veículos em 2017, incluindo todas as marcas do grupo Toyota Motor, como Lexus e Daihatsu. O volume é 2% maior que o de 2016.
A General Motors ainda não divulgou seu balanço do ano passado, mas deve ficar abaixo das 3.

Compra da Mitsubishi

Este é o primeiro ano cheio em que a aliança Renault-Nissan inclui as vendas da Mitsubishi. A Nissan assumiu o controle da marca japonesa em 2016, quando ela estava em meio a um escândalo de fraude de dados sobre consumo de combustível.

Fonte:G1

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